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A estação fria do ano pede a companhia de bons vinhos

O inverno chegou e, junto com ele, renovam-se os prazeres tão típicos da estação.

A ESTAÇÃO FRIA DO ANO PEDE A COMPANHIA DE BONS VINHOS

 

Usar aquelas roupas charmosas, escondidas no alto do guarda-roupas, dentro outras peças, e acessórios que combinem com a época. Além disso, otimiza-se a vontade de comer bem e, ao mesmo valor de refinamento, saborear um bom vinho.

Claro, durante o ano todo são produzidos vinhos excelentes, já que o vinho é uma bebida milenar, recheada de mistérios e histórias e que pode ser feito com diversos tipos de uvas e através de várias técnicas de produção. O que o inverno traz é o friozinho que parece combinar tanto com os saborosos vinhos.

O vinho é uma bebida milenar, recheada de mistérios e histórias. Pode ser feito com diversos tipos de uvas, e várias técnicas podem ser empregadas na sua produção.

Porém, partindo da premissa que, com a chegada do inverno, precisamos apreciar o melhor da estação, então os pratos quentes devem vir acompanhados de um bom vinho. Dias frios com fondues, sopas e caldos, combinando com vinhos leves, ácidos, encorpados, seco, tinto, branco ou rosé.

Embora pareça tarefa difícil, existem algumas dicas na hora de escolher o tipo certo de vinho e, assim, fazer uma harmonização neste inverno.

O professor do curso de Sommelier da Faculdade Senac Porto Alegre, Mauricio Roloff, dá as dicas:

1. Além das cores, pode ser branco ou tinto, é importante observar o peso dos vinhos. Vinhos leves, ligeiros (brancos com boa acidez, tintos pouco tânicos), combinam com pratos igualmente leves (canapés, saladas, etc). Rótulos mais encorpados, como brancos com longa passagem por barrica ou tintos estruturados, pedem receitas mais pesadas;

2. Pedir vinhos que têm a mesma origem do prato aumenta a chance de acertar a combinação. Receitas italianas, com vinhos italianos ou comida francesa com vinhos do país;

3. Espumantes brut combinam com pratos leves, por conta da efervescência, assim como com receitas pesadas, por conta da alta acidez;

4. Tintos para carne e brancos para peixe são generalizações que costumam funcionar, mas não precisamos nos limitar a esses cruzamentos. É possível combinar peixes mais encorpados com tintos leves, assim como carnes leves com brancos estruturados;

5. Nem sempre a base do prato (carne ou massa, por exemplo) é o que define o sabor predominante. Há vezes em que um molho (como à base de queijo gorgonzola) ou um ingrediente específico (aspargos, azeitonas, funghi, etc) é que definem o sabor da receita. Nesses casos, o vinho deve combinar mais com esses elementos do que com a base do prato;

6. Vinhos secos combinam melhor com os pratos salgados. Para a sobremesa, opte por rótulos doces ou demi-sec;

7. A principal regra é obedecer seu gosto pessoal. Não se atenha às normas de harmonização se seu paladar indica o contrário;

8. Para conservar as garrafas, a dica é mantê-las em uma adega própria para a bebida, climatizada entre 12º C e 17º C. No caso dos tintos, essa temperatura pode variar de 16º C a 21º C.

 

COMBINAÇÃO DO VINHO COM COMIDA

comidavinho 

Vinho tinto seco leve: Carne vermelha frita ou grelhada;

Vinho tinto seco encorpado: Carne assada e queijos fortes;

Vinho tinto leve: Massas tipo alho e óleo;

Vinho tinto seco: Massas com molho de tomate;

Vinho branco seco: Massas com molho branco, saladas, antepastos;

Vinho branco seco leve: Peixes;

Vinho seco encorpado: Ostras e mariscos;

Vinho doce: Bacalhau;

Vinho do Porto: Frutas secas, bolos, etc.

 Fonte: www.ojornalmt.com

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